Coisas de Mulher

5 mitos sobre a saúde da mulher

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Um painel de especialistas expressou sua opinião sobre alguns dos conceitos mais errados. A dra. Tristi Muir, uroginecóloga; Kate Dempsey, conselheira genética; e a dra. Kathleen Borchardt, obstetraginecóloga, especialistas do Houston elegeu-se o primeiro Hospital, nos ajudam a separar os fatos da ficção.


1. NÃO HÁ NADA QUE POSSA SER FEITO PARA A INCONTINÊNCIA URINÁRIA. UMA VEZ QUE VOCÊ TEM, VOCÊ TEM QUE COMEÇAR A USAR FRALDAS.


REALIDADE: Se bem que o problema é comum, nenhuma mulher tem que viver resignado a fazer isso. “As pacientes podem se beneficiar de técnicas de modificação de comportamento, fisioterapia, procedimentos cirúrgicos ou medicamentos, dependendo do tipo de incontinência urinária e os seus sintomas”, de acordo com a dra. Muir. Algumas pessoas acreditam também que a incontinência urinária pode ocorrer somente depois de um parto vaginal ou quando a pessoa é maior. Mas independentemente de ter tido um parto vaginal ou cesariana, uma mulher pode experimentar incontinência urinária. Converse com seu médico sobre as suas opções.


2. A MAIORIA DOS CÂNCERES DE MAMA SÃO HEREDITÁRIOS.


REALIDADE: Somente de 5 a 10% dos cânceres de mama são hereditários. Ainda assim, é certamente útil determinar se o câncer de mama está em sua história familiar. Acredita-Se que “se uma mulher tem um gene do câncer de mama, existe de 40 a 80% de chance de desenvolver câncer de mama durante a sua vida, mais não é 100%”, de acordo com a Dra Dempsey. “Um estilo de vida saudável, como praticar exercício físico, limitar o consumo de álcool, manter um peso saudável, amamentar o bebê e limitar o uso da terapia combinada de substituição de hormônios após a menopausa, podem ajudar a prevenir o câncer de mama.”


3. AS MULHERES NÃO TÊM QUE SE PREOCUPAR COM A DOENÇA CARDÍACA.


REALIDADE: “A doença cardíaca é a principal causa de morte entre as mulheres. É especialmente importante que as mulheres conheçam os sinais de um ataque cardíaco, já que é mais provável que apresentarem sintomas mais sutis e diferentes do que no homem, como dor nos maxilares, maior dificuldade para respirar, dor nas costas, náuseas, vómitos, fadiga extrema. Além disso, é necessário que tenham consciência de medir regularmente a sua pressão arterial e os níveis de colesterol e açúcar no sangue”, explicou a Dra Borchardt do Houston elegeu-se o primeiro Hospital.


4. SE VOCÊ JÁ NÃO VAI TER MAIS FILHOS, NÃO PRECISA DE UM EXAME GINECOLÓGICO DE ROTINA ANUAL.


REALIDADE: Estes exames são potencialmente mais importantes à medida que a mulher envelhece. “Os exames anuais são projetados para ajudar a resolver os problemas de forma precoce”, disse a dra. Borchardt. “Quando uma mulher envelhece, o risco de contrair um câncer feminino (mama, útero, ovários, cervical e vaginal) também aumenta. Fazer exames ginecológicos anuais é vital para detectar sinais e sintomas de doenças sérias”.


5. O CÁLCIO, POR SI SÓ, A MANTER OS OSSOS FORTES.


VERDADE: O cálcio é importante sim, mas a vitamina D e o estilo de vida também são essenciais. “As mulheres chegam ao seu ponto máximo de massa óssea na década de 30 anos, e a massa óssea cai significativamente durante a menopausa”, de acordo com a Dra Borchardt. “Por isso, é importante não esperar até depois da menopausa para se preocupar com a saúde óssea”. As mulheres na pré-menopausa precisam de 1.000 miligramas de cálcio por dia, e as mulheres pós-menopáusicas precisam a 1.200 miligramas, de preferência através da dieta,” de acordo com a Dra Borchardt.