quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Ter um animal de estimação faz bem para o desenvolvimento das crianças

Uns simplesmente amam. Outros têm arrepio só de pensar em ter um. De uns tempos pra cá, especialmente por conta das redes sociais, animaizinhos invadiram nosso cotidiano, mesmo que não tenhamos um em carne e osso dentro de casa. E não há como não se encantar com a graça e os exemplos de lealdade desses bichanos.


Para quem tem filhos pequenos, muitas vezes eles manifestam o desejo de ter um cãozinho ou gatinho. Nada mais natural, afinal, animais fazem parte do universo infantil desde cedo. Seja em casa com seus brinquedos, na televisão ou na escola, eles permeiam o imaginário das crianças.

Histórias com imagens de animais selvagens, grandes, proporcionam aos pequenos a sensação de aventura e compreensão de valores como poder, hierarquia, respeito e limites. Já animais pequenos geram sensação de graça, ternura e encantamento.

Aqueles que ainda não têm um bichinho, mas são tomados por pedidos dos filhos pra adquirir um, muitas vezes fica a dúvida: será que é uma boa ideia? Será que será bom pra criança, e para o próprio animalzinho?

Ter um animal de estimação como um cachorro ou gato pode trazer muitos benefícios para o desenvolvimento de crianças de todas as idades. Com eles, os pequenos podem aprender noções de companheirismo, lealdade e responsabilidade.

Para bebês, o convívio com um animalzinho auxilia em seu desenvolvimento psico-motor e de sua orientação espacial ao, por exemplo, engatinhar atrás do bichinho ou jogar a bolinha pra ele, e emocional, ao achar graça das artimanhas do bicho e estabelecer com ele uma relação de afetividade e companheirismo.

Além disso, quando o bebê passa a mão no bichinho, visualiza suas formas, sente seu cheiro e diferencia um latido de um choro, por exemplo, suas percepções táteis, visuais, auditivas e olfativas estão sendo aperfeiçoadas.

Já com crianças maiores, um animal pode ajudar e muito na educação dos pequenos.

Pra aqueles que ainda não possuem um, antes de adquiri-lo, coloque para a criança de forma muito clara todas as responsabilidades que acompanham ter um animalzinho, e que eles necessitam de muitos cuidados. E questione a criança se ela considera justo deixar esse dever só para o papai e para a mamãe, que já têm tantos outros afazeres.
Esclareça pra criança que, diferentemente de um bicho de pelúcia, eles sentem fome, sede, frio e precisam de atenção e carinho. Assim, estabeleçam de forma democrática com a criança alguns deveres com o animal que serão dela como, por exemplo, trocar a comida dele ou limpar seu xixi.
E o principal: caso a criança não cumpra com o combinado, não faça por ela. Cobre. Em última instância, coloque de forma bem firme que não fará o que ficou combinado que ela faria, e que se ela não fizer, o animal ficará sem comer, por exemplo, e questione-a de forma objetiva se ela acha isso justo.

E uma última dica: não compre um bichinho. Adote. Com tantos precisando de um lar em canis espalhados por todos os cantos do Brasil, com certeza vocês encontrarão um que atenderá suas necessidades e se encantarão.

A partir de pequenas atitudes como essas, possibilita-se à criança compreender noções de responsabilidade, autonomia e sentimento de solidariedade. E o principal: sua casa terá uma luz diferente, que só um bichinho é capaz de gerar.

Fonte:http://dld.bz/ckGBw

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